Autocompaixão aplicada ao desempenho
Exigência sem Autocrítica
Alto padrão sem desgaste
Equipas competentes onde os erros se escondem até já não ser possível escondê-los, as entregas se adiam à procura da versão perfeita e, depois de uma falha, o desempenho fica dias em baixo. O custo mede-se em retrabalho, decisões adiadas e pessoas boas que se cansam.
Manter padrões elevados sem que o medo de falhar seja o motor — e recuperar mais depressa depois de um erro. A investigação sobre autocompaixão associa-a a mais motivação intrínseca e a menos perfeccionismo paralisante, sem padrões mais baixos. Não baixa a régua: baixa o castigo.
6 sessões de 2h30 · grupos de 8 a 12 · presencial (online possível a partir da 2.ª sessão)
Pedir propostaSeis sessões
- O motor que está a usar
- O que a autocrítica faz bem — e onde deixa de compensar
- Falhar e voltar: responder ao erro, treinado sobre casos reais e anónimos
- Padrões sem castigo
- A face firme: pôr limites, pedir condições, dizer o que é difícil
- Sustentar: plano individual de 90 dias e um acordo de equipa sobre como se fala de erros
Entre sessões, uma micro-prática diária de 5 a 8 minutos. Sessão de consolidação oito semanas depois do fim.
O que não é
Não é terapia, nem gestão do tempo, nem pensamento positivo. Não avalia ninguém e não produz informação para avaliação de desempenho.

