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mentes cristalinas

Saúde mental no trabalho

Pessoas que estão bem trabalham melhor. Estamos cá para ajudar.

Ajudamos chefias e equipas a lidar melhor com o que acontece sob pressão — a conversa difícil, o erro, a exigência que deixa de ajudar. Perto de si, na península de Setúbal e em Lisboa, para o ajudar a si e à sua organização.

A nossa visão

A saúde mental no trabalho não é um tema à parte

É o que acontece nas reuniões em que ninguém discorda, no erro que se esconde até ser tarde, no pedido de ajuda que fica por fazer, na chefia que segura a equipa e não tem onde se apoiar. Não aparece num relatório — aparece no dia-a-dia.

Acreditamos em organizações onde se pode dizer «não sei», errar e corrigir depressa, e pedir ajuda antes de ser preciso. Isso não nasce de um cartaz nem de uma app. Treina-se: nas pessoas, e sobretudo em quem lidera.

Prevenir custa menos do que reparar — e começa nas chefias.

É a isso que nos dedicamos: formação experiencial, desenhada por uma psicóloga que, antes da Psicologia, liderou uma operação com cerca de 150 pessoas. Sabemos como é estar dos dois lados.

Como o ajudamos

Para si e para a sua organização

Quatro portas de entrada, conforme o ponto em que está.

Para as equipas

Trabalhar sem se Esgotar

Um workshop de 3 horas sobre stress, autorregulação e prevenção do desgaste — com ferramentas que se usam no dia seguinte. Uma boa primeira medida para o plano de 2027.

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Para as chefias

Liderança Humana

Um percurso em seis dimensões para quem lidera: liderar-se antes de liderar, as conversas difíceis, a exigência sem cultura de medo. É nas chefias que o esforço rende mais.

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Para quem exige muito de si

Exigência sem Autocrítica

Para equipas de alto padrão: manter a fasquia sem que o medo de falhar seja o motor, e recuperar mais depressa depois de um erro.

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Para quem já fez o diagnóstico

Do relatório à acção

Se a avaliação de riscos psicossociais já está feita, ajudamos a pôr em prática a parte do plano de acção que passa pela formação — com relatórios só agregados e anónimos.

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Presencial na península de Setúbal e em Lisboa, ou online. Formação, não terapia — e a confidencialidade das pessoas fica por escrito.

Em sintonia com a Europa

Não somos só nós a pensar assim

A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho dedica a sua campanha de 2026 a 2028 à saúde mental no trabalho — «Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis: Juntos pela saúde mental no trabalho». Arrancou a 13 de Outubro, e a Semana Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho decorre de 19 a 24 de Outubro, online. Em Portugal, a coordenação é da ACT.

E os números portugueses dizem porquê:

13,3 mil M€

perdidos em produtividade pelas empresas portuguesas em 2024, por stresse e problemas de saúde psicológica — uma estimativa que a própria Ordem dos Psicólogos considera conservadora.

OPP, 8 Out 2026 (via Observador)

2 em cada 3 €

desse custo vêm do presentismo (8,9 mil M€): de pessoas que estão no trabalho sem conseguirem estar bem nele.

OPP, 8 Out 2026 (via Observador)

≈ 3/4

do custo estimado está nas pequenas e médias empresas — cerca de 10,2 mil M€.

OPP, 8 Out 2026 (via Jornal Económico)

45%

dos trabalhadores da UE estão expostos a riscos para a saúde mental no trabalho; 29% relatam stresse, ansiedade ou depressão causados ou agravados pelo trabalho.

EU-OSHA, 13 Out 2026

A MentesCristalinas não é parceira da campanha nem fala em nome dela — partilhamos o tema. Os materiais oficiais são gratuitos e estão em português. Ver os materiais da campanha (EU-OSHA)

Para começar já

Cinco passos que pode dar esta semana, sem custos

Servem a qualquer organização — connosco ou sem nós.

  1. 1

    Fale do tema

    Escolha uma infografia ou um filme da campanha e partilhe-o com as equipas, com uma frase sua sobre porque é que importa na vossa casa.

  2. 2

    Olhe para a avaliação de riscos

    Os riscos psicossociais estão lá, com medidas e responsáveis? Fale com os serviços de segurança e saúde no trabalho. Para micro e pequenas empresas, a ferramenta gratuita OiRA ajuda a começar.

  3. 3

    Confirme o código contra o assédio

    Com sete ou mais pessoas, o código tem de existir. Confirme também que as pessoas sabem onde está e a quem se dirigir.

  4. 4

    Comece pelas chefias

    Meia hora numa reunião de chefias sobre carga de trabalho, pausas e como se pede ajuda. As chefias são quem mais pesa no dia-a-dia das equipas.

  5. 5

    Diga onde há apoio

    Lembre os apoios que já existem: o seguro de saúde ou o programa de apoio da empresa, se houver, e a linha SNS 24 (808 24 24 24), com aconselhamento psicológico.

Ver os materiais da campanha (EU-OSHA)Ferramenta OiRA (EU-OSHA)

O enquadramento

O que a lei já pede

Nada disto é novo; a campanha só lhe dá mais visibilidade. Um resumo, que não substitui o aconselhamento jurídico:

Riscos psicossociais

Assegurar que a exposição aos factores de risco psicossociais não põe em risco a segurança e a saúde de quem trabalha, e adaptar o trabalho para os reduzir.

Lei 102/2009, art. 15.º, n.º 2, als. f) e g)

Código contra o assédio

Obrigatório nas empresas com sete ou mais trabalhadores.

Código do Trabalho, art. 127.º, n.º 1, al. k)

40 horas de formação

Por trabalhador e por ano, que podem ser dadas pelo próprio empregador ou por entidade formadora certificada.

Código do Trabalho, art. 131.º
Uma nota de rigor: a formação não substitui a avaliação de riscos nem as medidas de organização do trabalho (cargas, horários, papéis, autonomia). É uma das formas de prevenção que essa avaliação pode recomendar — e é aí que entramos.
Isabel Fernandes, psicóloga e formadora da MentesCristalinas

Quem está cá

Isabel Fernandes

Psicóloga (Cédula OPP 26660) e formadora

Antes da Psicologia, liderou uma operação com cerca de 150 colaboradores — conhece a pressão de quem gere e de quem é gerido. Hoje forma equipas e chefias em organizações públicas e privadas, a partir de Setúbal.

Conhecer a Isabel

Perguntas frequentes

O que são riscos psicossociais no trabalho?

São aspectos da forma como o trabalho é desenhado, organizado e gerido — carga e ritmo, autonomia, clareza de papéis, relações, assédio, mudança — que podem afectar a saúde mental e física de quem trabalha. Avaliá-los e preveni-los faz parte das obrigações de segurança e saúde no trabalho (Lei 102/2009).

Quando é a Semana Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho?

Em 2026 decorre de 19 a 24 de Outubro, online, no arranque da campanha «Juntos pela saúde mental no trabalho», que se prolonga até 2028.

Uma formação sobre gestão do stresse substitui a avaliação de riscos psicossociais?

Não. A avaliação de riscos é um diagnóstico, com instrumentos e relatório; a formação é uma das medidas de prevenção que essa avaliação pode recomendar, ao lado das medidas de organização do trabalho.

A formação é terapia? O que fica a saber a empresa?

Não é terapia, e ninguém é avaliado individualmente. A empresa recebe presenças, a avaliação de satisfação e uma nota de fecho — sempre agregadas e anónimas, nunca dados de pessoas concretas.

Vamos falar sobre a sua organização?

Não precisa de ter a solução definida. Comece por uma conversa de 30 minutos: percebemos o desafio e dizemos-lhe, com franqueza, o que a formação pode e não pode fazer.

Agendar conversaPedir proposta30 minutos, sem custo e sem compromisso.

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